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Review: We Are The Fallen - Tear The World Down

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We Are The Fallen, a nova banda dos ex-integrantes do Evanescence, Ben Moody (guitarra), Rocky Gray (Bateria), John LeCompt (guitarra), contando também com o amigo de Ben, Marty O’Brien no baixo e como vocalista, a ex-finalista do American Idol, Carly Smithson.
Desde o inicio, quando lançaram sua primeira música (Bury Me Alive), surgiram inúmeros comentários e comparações com o Evanescence. Afinal tendo três integrantes dessa antiga banda era mais do que provável que saísse algo parecido, em resumo a fórmula é a mesma: corais, guitarras distorcidas e arranjos sinfônicos.
As principais diferenças, levando em conta comparações com o álbum Fallen, ficam pela sonoridade das músicas nos seguintes quesitos. Tem diversas músicas que são mais pesadas (St, John, Through Hell), e também há canções mais leves (mais para o pop, I Will Stay, Don´t Leave Me Behind). A outra diferença fica por conta da vocalista, apesar de vir de uma carreira pop (vide comparação com seu álbum solo), isso é pouco refletido nas músicas (apenas em algumas, Without You, Samhain), exceto ao vivo.
Por fim, o We Are The Fallen não substituirá, e não é o novo Evanescence, mas também não traz nenhuma novidade. O álbum é bom, mas acaba sendo mais do mesmo.

Review: WITHIN TEMPTATION - An Acoustic Night At The Theatre

 

Álbuns do tipo "Unplugged" são sempre um risco e isso porque os fãs, na maior parte das vezes, gostam de ouvir suas músicas preferidas como estão no cd de estúdio e não abrem mão disso.
Em "An Acoustic Night At The Theatre" o Within Temptation volta à ideia de "dar uma nova cara" para seus grandes sucessos. Diferente do especial cd/dvd " Black Symphony" de 2008, neste trabalho mais recente a banda apresenta uma proposta contrária. Se no "Black Symphony" a idéia era músicas mais "encorpadas" com um tom orquestral grandioso, em "An Acoustic Night..." mostram algo mais modesto e simples, com arranjos delicados e, é claro, tudo acústico.
Um dos pontos positivos de  "An Acoustic Night..." em relação ao seu sucessor é a adaptação mais orgânica das músicas. Nada é forçado. Mesmo as músicas mais agitadas ficam naturais dentro da nova versão. "Stand My Ground", por exemplo, mantém sua força com um bom trabalho de piano e violão. Em "The Cross" a banda mantém o vocal característico e reforça a música com percursão marcante e violinos ao fundo.
É claro que algumas coisas são bem previsíveis. As músicas naturalmente mais serenas se dão melhor e ficam ainda mais harmoniosas. No caso de "Somewhere" (que conta com a participação de Anneke van Giersbergen) mais elementos são adicionados a versão original como um "coral" de violinos, percursão bem presente e uma segunda voz que enriquece muito o trabalho. "Memories" não muda muito e ganha vida nova com com muito violão e mais piano.
A útilma faixa é uma música nova. " Utopia", parceria com o cantor Chris Jones, mostra uma mistura da tradicional levada orquestral da banda com um country quase pop. Tal mescla, devemos acrescentar, não fica de todo ruim.
A proposta é bem executada, mais do que a tentativa anterior. O álbum possui uma unidade difícil de conseguir em trabalhos com esta idéia de bandas do estilo.
Se você é um dos fãs que torcem o nariz para versões novas e decidiu que não vai ouvir esse cd, é melhor tomar cuidado porque pode se arrepender.

 
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