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SILENTIUM

A banda finlandesa de gothic metal Silentium (ou Silentivm) surgiu em 1995 a partir do fim de outra banda. Quando a Funeral (death/gothic metal) , não confundir com a banda norueguesa de mesmo nome) acabou, o tecladista Sami Boman e o vocalista Matti Aikio criaram a banda que no começo contou com Jani Laaksonen (violino), Toni Lahtinen(guitarra), Juha Lehtioksa (guitarra) e Jari Ojala(bateria).

O primeiro trabalho saiu já no ano de 1996 e foi a demo Illacrimó. Em 1998 a banda lança o EP Caméne com participação da vocalista Tiina Lehvonen que, após este trabalho, torna-se integrante fixa na banda.
O lançamento das demos, principalmente Caméne, chama atenção do público na Finlândia e a banda acaba assinando contrato com uma gravadora iniciante, lançando em 1999 seu primeiro álbum, Infinita Plango Vulnera. Além de ser um passo inportante para a banda, o álbum apresenta Janne Ojala, novo baterista do grupo. Em 2001 Altum é lançado e novamente a banda tem uma boa resposta do público, ficando com sua agenda de shows cada vez mais cheia. 

Antes da gravação do próximo álbum, Tiina Lehvonen deixa a banda e é substituida por W Lilith para este cd. Sufferion sai em 2003 e é o cd mais trabalhando do grupo com coral e participação e produção de Tuomas Holopainen (Nightwish). Apesar de toda a produção do álbum, o público fica dividido com ele, mas isso não impede a banda de crescer cada vez mais com shows ao redos do país. 

Após o grande começo, o Silentium sofre um grande abalo em 2004 quando o baterista Janne Ojala, o violinista Jani Laaksonen e a vocalista Anna Ilveskoski, que havia acabado de ganhar o lugar na banda, saem ao mesmo tempo deixando o grupo sem rumo.

A banda não fica parada por muito tempo. No mesmo ano o baterista original, Jari Ojala, decide voltar e chega também a vocalista Riina Rinkinen. Após uma troca de gravadora e a substituição do violino pelo violoncelo de  Elias Kahila, o grupo lança seu quarto álbum. Seducia é o trabalho mais conhecido da banda e levou o Silentium para o mundo sendo lançado em diversos países ao mesmo tempo. A banda passou a fazer shows fora da Finlândia e tocou em turnês com bandas como Amorphis e HIM. 

Depois de um ano somente de shows,  Amortean é lançado em 2008 e neste cd percebemos a influência do progressivo, que sempre existiu, bem presente nas faixas, tanto no instrumental quanto nos vocais.

Site Oficial
Myspace
Discografia

ChthoniC


Quando pensamos em black metal dificilmente nos vem à cabeça uma banda oriental mas, por mais estranho que pareça, é de Taiwan um dos destaques do estilo atualmente.

Chthonic (nome que se pronuncia "Thonic" e é inspirado em um termo grego referente aos seres do submundo) se formou em 1995 com o intuito de trazer lendas e mitos antigos para os dias atuais. Suas músicas tratam de temas nacionalistas que vão desde os primórdios de Taiwan, quando seus colonizadores eram corajosos e as populações primitivas travavam guerras contra deuses folclóricos, até fatos históricos marcantes como, por exemplo, o chamado "Incidente Wushe", que foi a luta da antiga tribo Seediq contra os japoneses na década de 1930.

Não é só nos temas abordados que tentam manter suas raízes. O som pesado do black metal, com seu tradicional gutural, mistura-se a sons locais, criando uma sonoridade única para a banda, que utiliza teclados, violinos e até mesmo instrumentos tradicionais de sua cultura como a hena (chamado "erhu" na China). Algumas canções são escritas em taiwanês, japonês e taiwanês primitivo, mas  a maioria  têm suas letras escritas completamente em chinês clássico com pronúncia mandarim, o que é bem raro na música contemporânea da China.

Como para a maioria das bandas de metal extremo, o aspecto visual do Chthonic  é muito importante. O grupo começou usando o chamado "corpsepaint", como fazem as bandas européias e, com o passar do tempo, adquiriram um estilo próprio. Usam o que chamam de "ghostpaint", maquiagens que representam figuras mitológicas locais e são encarados como personagens pelos integrantes que usam também codinomes para "representá-los".

O primeiro lançamento aconteceu em 1998 , um single chamado "Deep Rising". Logo no ano seguinte outro single, o "Nightmare",  saiu e deu visibilidade a eles, lançando no mesmo ano seu primeiro álbum, "Where the Ancestors' Souls Gathered". Após este começo os lançamentos não pararam: foram mais quatro álbuns de estúdio ( "9th Empyrean" de 2000, "Relentless Recurrence" de 2002, "Seediq Bale " de 2005 e "Mirror of Retribution" de 2009), um dvd ("Spread the Qi 1995 to 2002" de 2003) e um especial comemorativo ("A Decade on the Throne Live" de 2006), além de cds especiais, compilações, singles/EPs e lançamentos só para a Ásia.

Muitas foram as trocas de integrantes na banda e apenas o vocalista está no grupo desde sua fundação. Hoje a formação é: Freddy "Left Face of Maradou" (vocal, hena) , Jesse "The Infernal" (guitarra),  Doris "Thunder Tears" (baixo, backing vocals), CJ "Dispersed Fingers" (teclado, piano) e Dani "Azathothian Hands" (Drums).

Atualmente esta é uma das bandas importantes dentro do metal extremo e mais ainda em seu país. Já ganhou como melhor banda no "Taiwan Golden Melodies Award Ceremony" em 2003, tocou no Ozzfest em 2007 além de outras conquistas.

O grupo faz parte de uma nova geração de artistas preocupados com a identidade cultural da ilha e muito envolvidos, inclusive, em assuntos de ordem política, participando de manifestações e sendo banidos de algumas regiões da China devido a esta posição.

Myspace
Discografia
Encyclopaedia Metallum

RASPUTINA

O Rasputina surgiu em 1991/1992 (fontes apontam ambos os anos) quando a violoncelista Melora Creager decidiu começar um projeto próprio. Sempre ligada à música e as artes já que desde pequena estudou música erudita e, quando mais velha, formou-se em fotografia pela Parsons School of Design de Nova York. Foi lá que começou tocar em algumas bandas de rock chegando a fazer uma turnê com o Nirvana.

A banda surgiu com um conceito definido por Creager como um projeto desligado das tendências musicais e comerciais, seguindo um caminho diferente e original, baseado somente no som de violoncelos. Além de características próprias, ela criou uma identidade visual com influências da Era Vitoriana e, mais tarde, com toques de figuras femininas diversas, como princesas  indianas e rainhas medievais.

A banda começou tendo como integrantes somente mulheres, formando a então chamada "Traveling Ladies' Cello Society". Melora anunciou sua ideia para banda e logo surgiram duas violoncelistas interessadas: a canadense Julia Kent e Agnieszka Rybska da Polônia. Creager ficou nos vocais e é responsável pela maior parte das composições e letras da banda.

Após fazer algum sucesso local, sem algo gravado, em 1996 o trio assina com a Columbia Records e lança seu primeiro cd “Thanks for the Ether”, que foi bem recebido, levando-as a turnês com alguns artistas, incluindo Marilyn Manson ,que mixaria o segundo lançamento da banda, o EP “Transylvanian Regurgitations”,  lançado em 1997.

“How We Quit the Forest” foi lançado em 1998, feito em parceria com Chris Vrenna (Nine Inch Nails), que atuou como produtor e baterista, utilizando bateria eletrônica e introduzindo outros efeitos sonoros eletrônicos às músicas, trazendo novas influências à banda. No mesmo ano Rybska fica grávida e deixa a banda, provocando um hiato de quatro anos, fazendo com que Julia Kent também deixasse o grupo.

Alguns músicos temporários passaram pela banda e em 2002 é lançado o “Cabin Fever”. Dois anos depois o percursionista Jonathon TeBeest entra para o grupo e lançam o álbum “Frustration Plantation”.

Entre 2006 e 2008 duas violoncelistas passam pelo Rasputina: primeiro Stephanie McVey, que sai em 2007 e Sarah Bowman, gravando o álbum “Oh Perilous World” em 2007 e deixando o grupo com Jonathon TeBeest um ano depois.

A formação atual da banda conta com Melora Creager, o violoncelista Daniel DeJesus (que tem uma outra banda, a DeJesus) e a percursionista Catie D'Amica. Eles fazem planos de lançar um álbum em 2010 e, ao que tudo indica, ele já tem nome: Sister Kinderhook.

Hoje o grupo é classificado como Cello Rock, Gothic Rock e Dark Cabaret. Apesar de tantas idas e vindas, tantos integrantes que já passaram pela banda, o Rasputina mantém seu estilo e identidade graças a Melora Creager que, como deve ter dado para notar, é a "Rasputina" original.

SKINNY PUPPY

PhotobucketUm dos grupos que ajudou a difundir o industrial (e porque não, o post-industrial) é um que veio lá de Vancouver, no Canadá.

Nascido da insatisfação de cEvin Key (nome verdadeiro: Kevin Crompton) e Nivek Ogre (nome verdadeiro: Kevin Ogilvie) com o rumo pop que seu grupo de new wave, o Images in Vogue, tomou. No começo cEvin se dedicava tanto ao Skinny Puppy quanto ao seu antigo grupo, porém, com a mudança daquele para Toronto, este passa a se dedicar integralmente a sua parceria com Ogre. Enquanto Nivek fazia os vocais, seu companheiro tocava todos os instrumentos.

A proposta era bem simples: fazer um som muito mais experimental e tosco, voltado ao industrial. Contando com a produção de Dave "Rave" Ogilvie (que também produziria bandas como  The Birthday Massacre, Marilyn Manson, Jakalope, Killing Joke, Queensryche, Alexz Johnson, Fake Shark - Real Zombie! e Johnny Hollow., além de remixar músicas de artistas como Tool, Nine Inch Nails, Marilyn Manson, Puscifer e David Bowie, entre outros. Foi uma longa parceria entre ele e o projeto, tanto que em alguns discos Rave é creditado como um membro da banda.

Ao falarmos exatamente do som deles fica muito complicado dizer exatamente o que eles tocam. Algumas de suas fases são extremamente experimentais, outras são extremamente pop, outras eles flertam com o rock, criando muitas das bases que permitiram que o Nine Inch Nails surgisse. E em outras eles colocam um ar mais moderno e tocam algo muito próximo do metal alternativo. Poderíamos dizer que a banda é, ao mesmo tempo, um grupo de electro-industrial (de uma forma bem diferente do Leather Strip, por exemplo), industrial rock, música eletrônica e também industrial, dependendo do disco e da música. Alguns críticos ainda dizem que eles ajudaram a criar (ou mesmo foram os pais) do industrial rock e do electro industrial.

Suas temáticas variam e muito, indo desde a defesa dos direitos dos animais e passando pela política, religião, abuso de drogas e degradação do meio ambiente, sem a preocupação de soar ou não de forma politicamente correta.

Seus membros possuem diversos projetos solos, entre eles o ohGr (projeto de Nivek, voltado ao som mais experimental), platEAU (projeto de Techno ambiente) e The Tear Garden (projeto de darkwave).

Graças ao Skinny Puppy o industrial, pelo menos numa forma mais branda, se tornou mais acessível, ainda que independente e fora dos grandes circuitos musicais.

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THEM CROOKED VULTURES


O Them Crooked Vultures é uma super banda.Mais um daqueles super projetos, formado por nada mais que John Paul Jones (Led Zeppelin), Josh Homme (Queens Of The Stone Age) e Dave Grohl (Nirvana e Foo Fighters), sendo praticamente o “dreamteam” do hard rock.

Lançaram seu primeiro álbum de estúdio no dia 16 de novembro 2009, auto-intitulado, que na primeira semana nos Estados Unidos vendeu mais de 70.000 copias.

Nele o que se mais pode perceber são os incríveis solos e slaps de baixo de John Paul Jones que se encaixam perfeitamente com os repiques e contratempos de Dave Grohl, sem contar os riff's de guitarra extremamente bem feitos e trabalhados e a incrível voz de Josh Homme.

Com certeza os “abutres tortos” (tradução livre para o nome da banda) construíram uma das melhores bandas de hard rock e rock alternativo de todos os tempos. Um disco excitante e viciante. Para quem é fã do estilo tem que escutar. E mesmo quem não é fã este é um ótimo começo para quem queria algo novo e relaxante, mas ao mesmo tempo excitante e que grude na cabeça.

Destaque para as faixas “No One Loves Me & Neither Do I”, “New Fang” “Elephants” e “Gunman”.

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SERAPHIM SHOCK


Um grupo que divide muitas opiniões dentro do meio gótico e que possui, dentre outros, uma sonoridade única e diferente das outras bandas do estilo.

A banda aparece no cenário alternativo estadunidense em 1997, com o lançamento do disco Red Silk Vow. Liderados por Charles Edward, o grupo já demonstrava um desejo de ser diferente dos outros grupos de música gótica, misturando metal, rock gótico e música eletrônica, com uma pegada que remete muito a filmes de terror.

Esse primeiro disco cunhou clássicos da banda como Kitty’s Dead, After Dark  e Beyond Forever.  Sonoramente poderíamos classificar esse disco como um darkwave com um pé no rock industrial bem de leve.

Dois anos depois lançam o EP Nightmares For The Banished, que abarca para um lado mais eletrônico e denso, mas ainda com uma pegada bem darkwave. Destaque para as músicas Molly's Web  e Some Sick Dream.

No último disco Halloween, Sex N' Vegas o peso das guitarras aumenta, colocando algumas passagens mais metal, sem deixar o lado gótico de lado. Alguns críticos dizem que é com esse disco que a banda se firma como gothic metal e não mais como gothic rock ou mesmo darkwave. O uso maior de vocais guturais, aliado ao instrumental, cria um clima menos dançante e mais para “bater cabeça”. Temos como destaque as músicas Shapeshifter, White Trash Satan, Sex Toy e Prey. Esta última música, aliás, está presente também no disco do RPG Vampiro: Mascara, o Music From The Succubus Club, sendo tema do clã Lasombra.

Goste ou odeie, o grupo mostra uma inusitada (e porque não, controversa) mistura de estilos, dando uma sonoridade própria, sem precisar seguir algum padrão.


BIZARRA LOCOMOTIVA

Uma coisa eu sempre digo: a cena portuguesa é muito profícua. Claro que quando se fala no país logo se tem em mente o Moonspell, sem dúvidas a banda maisconhecida para nós. Mas saindo deles, existem diversas bandas boas, inovadoras e, acima de tudo, que saem da mesmice. Hoje vou falar sobre um grupo muito interessante chamado Bizarra Locomotiva.

O grupo surgiu em 1993, quando Armando Teixeira (vocal e sintetizador) e Rui Sidonio (vocal) resolvem montar uma banda para participar do Concurso de Musica Moderna da Camara Municipal de Lisboa.


Depois de vencerem o concurso, o grupo começa a ter apoio de diversos lados, fazendo com que participem do Printemps de Bourges, na França, no ano de 1994 , onde Miguel Fonseca (guitarra, ex-Thormentor, ex-Braindead, mais tarde também no Mofo) entra para a banda. Nesse mesmo ano lançam seu primeiro disco, o autointitulado Bizarra Locomotiva.


Hoje se firmaram como um dos grupos mais criativos e produtivos de Portugal, contando até mesmo com a participação de Fernando Ribeiro do Moonspell em alguns shows e, com o lançamento do seu Album Negro, o projeto mostra, sem dúvidas, o quanto se pode ser inovador em um estilo que já se descaracterizou bastante com o comercialismo.


Musicalmente o grupo remete a sonoridade de bandas como Laibach, Skinny Puppy e KMFDM, fazendo um metal industrial com diversas influências e diversas letras em língua portuguesa, onde falam da degradação do homem frente a tecnologia.

Die So Fluid



Algo como um "power trio" moderno? Talvez...

O Die So Fluid não é muito conhecido por aqui mas, desde 2004, faz muito barulho lá fora, principalmente no Reino Unido e EUA.

A banda surgiu em 2001 em Londres, quando Grog (vocal e baixo), Mr Drew (gruitarra) e Al Fletcher (bateria) se juntaram para um projeto que, de acordo com a prórpria banda, tem influências de A Perfect Circle, Deftones, Siouxsie and The Banshees,The Cure, Black Sabbath, Motorhead, entre outros.

Desde o começo o grupo procurou ser "livre de gravadoras e suas explorações" e fizeram isso aproveitando tudo que podiam da internet para divulgação e ficando com o total direito de suas músicas. Após lançar algumas demos, a banda abre a gravadora Cartesian e lança, em 2004, seu primeiro cd de estúdio "Spawn Of Dysunction".
O álbum de estréia teve um ótima recepção e, em 2005, eles começam a gravar o seu segundo cd , " Not Everybody Gets A Happy Ending ", tentando incorporar ao seu som influências de estilos diferentes. Após três anos e alguns problemas, o disco sai e alcança ainda maior público, possibilitando o lançamento do primeiro álbum em mais países ao redor do mundo.

O estilo deles é algo como Rock/Metal Alternativo meio dificil de classificar. Liderada por uma mulher bonita, exótica e nada delicada, chamam a atenção pela versatilidade e pela música pesada e bem feita.



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TEATRO SATANICO

Fica difícil quando nos defrontamos com um trabalho tão interessante e, ao mesmo tempo,desconhecido das pessoas. Hoje vou falar de um dos projetos que eu mais gosto, que é o Teatro Satanico.

O projeto surgiu no começo dos anos 90, encabeçado por Devis Granziera (também conhecido como Devis G. e DeviLs G.). A proposta sempre foi atrelada aos aspectos contraculturais, falando de assassinatos, magia negra, esoterismo e uma dura crítica a sociedade. Contou com diversos colaboradores, como Alberto Maria Kundalini, Tairy Ceron (que também atua no Ait!), Sissy Biasin, Clau D.E.D.I. (ex-Ain Soph), Spectrae (do Ain Soph) e diversos outros. No começo o seu nome era Teatro Satanico Charles Manson.

Sua discografia conta com diversas fitas cassetes e splits com grupos como o Pervas Nefandun, Nový Svět etc. Atualmente estão lançando discos de forma independente, em cd-r, com tiragens bem limitadas.

Sonoramente é o que podemos chamar de industrial/noise, com discos que remetem ao electro-industrial e também um álbum que explora o neofolk (no caso, o Pan Ist Tod). Apesar das temáticas serem altamente impopulares, Devis nunca teve nenhum envolvimento com nenhuma ideologia política. Tanto que a faixa “Confesso Tutto!”, que fala sobre o assassinato de uma garota que nunca existiu, é a forma de criticar o juiz que delegou uma sentença contra o Teatro Satanico.

Querem alguma coisa interessante? Escutem Teatro Satânico.

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