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Review: Die so Fluid - The World Is Too Big For One Lifetime
“The World Is Too Big For One Lifetime” é o terceiro álbum de estúdio e vem recheado de identidade. Os três instrumentos estão lá como antes e percebemos mais autonomia em cada um e que, ao mesmo tempo, soam como um conjunto bem mais harmônico do que nos trabalhos anteriores. Grog, a bela vocalista que está também na capa do disco apresenta um vocal mais trabalhado e melhor explorado do que anteriormente, sem perder o peso e a atitude “rebelde” que são marcas do seu trabalho.
O álbum tem alguns destaques. “Figurine“ abre muito bem o disco e mostra que, apesar de ser a mesma banda, algo novo vem por aí. “Mercury”, faixa escolhida como primeiro single, é todo o espírito do Die so Fluid com bateria muito marcada, longo solo de guitarra e uma rebeldia característica. “The World Is Too Big For One Lifetime” é o novo estilo no trabalho da banda e está muito bem representado por essa faixa. “Themis” mostra uma mistura inesperada de estilos e um vocal bem particular.
A belíssima faixa escondida do álbum talvez seja a maior surpresa (agora nem tanto porque sabe que ela existe). Grog canta acompanhada apenas por um piano e faz uma balada que é sonoramente diferente de todo o resto do álbum, parece saída de um filme sombrio de fantasia e de alguma forma combina muito com a banda.
Mais uma vez o Die so Fluid apresenta um trabalho que cresce em relação ao anterior . “The World Is Too Big For One Lifetime” além de ser a consolidação e renovação de estilo do trio, mostra uma banda madura que, muito provavelmente, só irá melhorar.
Die So Fluid

Algo como um "power trio" moderno? Talvez...
O Die So Fluid não é muito conhecido por aqui mas, desde 2004, faz muito barulho lá fora, principalmente no Reino Unido e EUA.
A banda surgiu em 2001 em Londres, quando Grog (vocal e baixo), Mr Drew (gruitarra) e Al Fletcher (bateria) se juntaram para um projeto que, de acordo com a prórpria banda, tem influências de A Perfect Circle, Deftones, Siouxsie and The Banshees,The Cure, Black Sabbath, Motorhead, entre outros.
Desde o começo o grupo procurou ser "livre de gravadoras e suas explorações" e fizeram isso aproveitando tudo que podiam da internet para divulgação e ficando com o total direito de suas músicas. Após lançar algumas demos, a banda abre a gravadora Cartesian e lança, em 2004, seu primeiro cd de estúdio "Spawn Of Dysunction".
O álbum de estréia teve um ótima recepção e, em 2005, eles começam a gravar o seu segundo cd , " Not Everybody Gets A Happy Ending ", tentando incorporar ao seu som influências de estilos diferentes. Após três anos e alguns problemas, o disco sai e alcança ainda maior público, possibilitando o lançamento do primeiro álbum em mais países ao redor do mundo.
O estilo deles é algo como Rock/Metal Alternativo meio dificil de classificar. Liderada por uma mulher bonita, exótica e nada delicada, chamam a atenção pela versatilidade e pela música pesada e bem feita.
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