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TROPA DE SHOCK: grupo anuncia entrada de novo baixista


O paulista Marcio Baron é o mais novo reforço da banda TROPA DE SHOCK, integrando o time às vésperas do lançamento do seu mais novo álbum de estúdio, “Immortal Rage”.

Músico desde os seus 19 anos, Marcio se direcionou para o aprendizado e execução da do contrabaixo evidenciando as técnicas de pizzicatto e pick, ainda que seja um exímio cantor e vocalista. Influenciado pelo Classic Rock, possui uma vasta gama de referências desde suas facetas mais populares como U2 até grupos mais extremos como o Ratos de Porão. Em seu currículo, acumulou experiência no cenário de São Paulo ao fazer parte das bandas No Class (Motörhead Cover) e Napster (Metallica Cover).

Segundo palavras de Marcio Baron: “É uma satisfação pessoal muito grande poder participar de um dos ícones do Metal brasileiro, principalmente numa fase tão importante para o TROPA DE SHOCK. Aproveito para agradecer a todos que tiveram paciência de me ver aprimorar meu instrumento, pois participar desse grupo, que ostenta uma brilhante carreira de mais de vinte anos de estrada, é um passo gigantesco na minha carreira."

“Immortal Rage” se encontra em processo final de masterização e seu lançamento está agendado para o primeiro semestre de 2011.

Track List:

01. You Are A Liar
02. Great Hunter
03. Freedom
04. Sign Of Life
05. Alone In The Dark
06. Somewhere In Your Lifetime
07. Age Of Innocence
08. A Ray Of Light
09. The Real Fear
10. Elements

Em paralelo, a banda TROPA DE SHOCK está montando a agenda da sua próxima turnê. Para mais informações de como reservar uma data em qualquer cidade do Brasil, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.

Review: The Birthday Massacre - Pins And Needles


Sem dúvida "Pins And Needles" é o fim do caminho que o The Birthday Massacre trilhou nos últimos trabalhos.
O novo cd da banda canadense traz uma síntese de tudo que deu certo para eles nos últimos tempos. As costumeiras passagens recheadas de sintetizadores e de uma atmosfera própria de “sonhos fofos e macabros” vêem acompanhadas de linhas de guitarra e bateria puxadas para o metal, junção de sucesso que a banda já mostrou no trabalho anterior e neste usa em maior escala.
Outra característica familiar do TBM que está muito presente no novo cd são os refrões grudentos que ficam na cabeça e fazem você ouvir a música inúmeras vezes seguidas, mas isso não é necessariamente ruim. Chibi parece que finalmente encontrou o lugar da sua voz em um equilíbrio entre agressividade e leveza.
"Pins And Needles" também é o nome de uma das faixas do disco que, não por acaso, é o ápice da combinação dos elementos citados e nos faz pensar que não há mais como a banda avançar ser fazer uma mudança drástica no próximo trabalho. Será isso ou uma infinita repetição do que já fez.
Mesmo sendo um trabalho que não inova muito e claramente é um aglomerado de experiências bem sucedidas, "Pins And Needles" é um álbum maduro, bem feito e mostra a evolução da banda. Há um equilíbrio bem pensado entre ‘peso metal’ e ‘leveza sintetizada’ que faz o álbum ser um daqueles que, principalmente se você já for fã, não vai te deixar cansado tão cedo.

REVIEW: Tristania - Rubicon

Somente uma palavra: diferente. Se é possível classificar este disco de qualquer coisa, antes de mais nada, diferente. Ainda sim inovador (dentro do que é possível para a banda) e com uma nova sonoridade.
Para quem espera algo próximo dos anteriores, é frustrante. Saem as orquestrações e os vocais sopranos para entrar a voz mais “comum” da Mary e um som que vai agradar em cheio quem gosta de bandas como Paradise Lost. Porque parece que certamente irão apostar neste ramo para a banda.
Tudo isto é, sem dúvidas, fruto das mudanças que a banda sofreu (e não somente com a saída da vocalista Vibeke Steine). Este fato já tornaria previsível (e por que não, necessária) uma alteração dentro da música do grupo. Alteração esta, inclusive, muito bem vinda.
O que mudou, de fato? Como mencionado, não temos mais um lado “symphonic” e sim algo mais conciso, sem exageros. É possível perceber um amadurecimento muito grande do Tristania aqui, uma banda mais coesa e mais harmônica, mesmo com as trocas de integrantes. A segunda mudança nítida é a falta dos vocais guturais. No lugar temos um masculino limpo, seguindo mais ou menos a mesma linha do Nick Holmes. A voz feminina tem um destaque muito grande, sem precisar daquela grandiloquência exagerada da Vibeke, o que mostra uma aposta muito maior dos demais integrantes. O resto da parte instrumental perdeu aquele lado death metal de antes, que já vinha acontecendo desde o Illumination. É talvez uma outra mudança bem vinda, uma vez que saturou ouvir grupos antigos da leva do Tristania que ainda se preocupam em repetir os mesmos elementos.
É uma tentativa ousada mudar assim a sonoridade. Só que isto também mostra que Rubicon é um disco maravilhoso e que merece ser ouvido diversas vezes.

Review: THE BIRTHDAY MASSACRE - Show And Tell

 

Quando se trata de álbuns ao vivo normalmente já temos em mente pelo menos uma idéia de como soará, ainda mais se conhecemos bem a banda em questão.Show and Tell mostra um The Birthday Massacre um pouco diferente do que estamos acostumados, mas fazem tudo sem perder características importantes do seu trabalho.

Logo no início temos uma introdução que deixa uma mensagem muito clara: "Não deixaremos de lado nossos característicos sons eletrônicos". De fato eles não faltam em nenhum momento e, de um modo geral, são muito fiéis aos que ouvimos nos álbuns de estúdio. Assim como a parte eletrônica não muda, o instrumental da banda não perde em nada para as gravações de estúdio, muito pelo contrário. Na maior parte das faixas o fato de ser ao vivo traz maior peso, principalmente nas gruitarras, e torna o álbum mais interessante e diferente do que estamos acostumados.

A maior mudança neste cd fica sem dúvida por conta dos vocais. Notamos uma diferença muito grande, principalmente nas músicas mais antigas como "Video Kid" já que o vocal etéreo muito comum do início da banda é substuído por um mais agressivo.  Temos também um grande uso de backing vocal, distorção de
voz e os conhecidos sussuros da vocalista Chibi, tudo isso para fazer os fãs se sentirem em casa.

Como a maioria dos álbuns ao vivo, Show and Tell é mais para quem já conhece a banda e por isso é capaz de aproveitar as mudanças que este trabalho apresenta. Para quem nunca ouviu algo deles, fica a sugestão: conheça antes os trabalhos anteriores e aí sim escute este show e aproveite.

THEM CROOKED VULTURES


O Them Crooked Vultures é uma super banda.Mais um daqueles super projetos, formado por nada mais que John Paul Jones (Led Zeppelin), Josh Homme (Queens Of The Stone Age) e Dave Grohl (Nirvana e Foo Fighters), sendo praticamente o “dreamteam” do hard rock.

Lançaram seu primeiro álbum de estúdio no dia 16 de novembro 2009, auto-intitulado, que na primeira semana nos Estados Unidos vendeu mais de 70.000 copias.

Nele o que se mais pode perceber são os incríveis solos e slaps de baixo de John Paul Jones que se encaixam perfeitamente com os repiques e contratempos de Dave Grohl, sem contar os riff's de guitarra extremamente bem feitos e trabalhados e a incrível voz de Josh Homme.

Com certeza os “abutres tortos” (tradução livre para o nome da banda) construíram uma das melhores bandas de hard rock e rock alternativo de todos os tempos. Um disco excitante e viciante. Para quem é fã do estilo tem que escutar. E mesmo quem não é fã este é um ótimo começo para quem queria algo novo e relaxante, mas ao mesmo tempo excitante e que grude na cabeça.

Destaque para as faixas “No One Loves Me & Neither Do I”, “New Fang” “Elephants” e “Gunman”.

Site Oficial

Discografia

 
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